Aos 88 anos, morre padre Quevedo

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Polêmico e estravagante na sua abordagem com os fenômenos paranomais, Quevedo era jesuíta e morava em BH desde 2012

Macapa (AP) | Blog | Atualizado em 09.01.2018 – as 13h51

A assessoria de imprensa dos Jesuítas do Brasil informou nesta quarta-feira, 9, a morte de Oscar Gonzalez Quevedo Bruzan, conhecido no Brasil como Padre Quevedo. De acordo com a assessoria Quevedo faleceu durante a madrugada de complicações cardíacas na Casa Jesuíta, em Belo Horizonte (MG), onde morrava desde 2012.

Não foi divulgado o local do do velório pois, segundo a assessoria de imprensa jesuíta, a cerimônia será fechada a familiares e amigos do padre.

O enterro está marcado para esta quinta-feira (10), às 11h, no Cemitério Bosque da Esperança, em BH.

Nascido em Madri, Espanha, veio para o Brasil ainda jovem seminarista no fim da década de 50. Em 1961 foi ordenado sacerdote e também naturalizou-se brasileiro.

Professor universitario, dedicou-se aos estudos da Parapsicologia. Ficou conhecido pelo seu bordão “isso non ecziste!”, muito usado nas aparições de TV. Em 1999 chegou a ter um quadro no Fantástico, da Rede Globo de Televisão, no qual explicava fenômenos ditos paranormais.

Na  década de 70 a mesma emissora o convidou para comentar os fenômenos do paranormal de Uri Geller. Quedevo desmascarou os fenômenos dizendo que se tratava de ilusionismo. Outros ditos paranormais foram também refutados por Quevedo.

As fortes opiniões sobre fenômenos também foram causas de polêmicas com a Igreja Católica. Quevedo foi obrigado a fazer voto de silêncio imposto por seus superiores que consideravam a Parapsicologia como heresias ao desconsiderar alguns pontos da doutrina católica, especialmente algumas abordagem da demoniologia.

 

Jefferson Souza

Jefferson Souza